Santa Ema Cabernet Sauvignon 2012

Santa Ema Cabernet Sauvignon 2012

90. Aromas de frutas negras, ameixa preta, pimentão verde, azeitona verde e eucalipto. Na boca mostra de cara um aveludado notável, raramente encontrado em vinhos nesta faixa de preço. O vinho preenche a boca com boa expressão, sem marcas demasiadas. Possui um bom equilíbrio, com caninos bem cuidados. Não estão em seu potencial máximo mas, por este preço, são taninos invejáveis. A acidez confere um bom frescor, em linha com a estrutura geral. O final de boca é curto, mas o ataque e volume na boca compensa bastante a falta de persistência.

País / Região: Chile / Valle del Maipo

Castas: Cabernet Sauvignon

Graduação Alcoólica: 13,5°

Elaboração: uvas colhidas a mão durante a primeira quinzena de abril. Fermentação em tanques de aço inox por 7 dias a 28°C, acompanhada de maceração pós-fermentação de 3 dias. Após fermentação malolática, uma parte do vinho foi envelhecido em tanques de inox enquanto outra parte em barris de carvalho durante 4 a 6 meses. Rendimento do vinhedo de 10t/ha.

Temperatura de serviço: 18°C

Harmonização: carnes vermelhas, pratos condimentados, cozidos e queijos.

 

Mais detalhes em:

  • http://santaema.cl/os-vinhos/select-terroir/select-terroir-cabernet-sauvignon/?lang=pt-pt
  • http://santaema.cl/wp-content/files_mf/1428439053SELECTTERROIRCABERNETSAUVIGNON2014ESP.pdf

 

Tarapacá Gran Reserva Etiqueta Negra Cabernet Sauvignon 2011

Tarapacá Gran Reserva Etiqueta Negra Cabernet Sauvignon 2011

86. Bom vinho, mas com pouca elegância e suavidade. Marca na garganta e possui aromas bem difusos. É razoavelmente equilibrado e de persistência mediana.

 

Mais detalhes em:

http://tarapaca.cl/en/grenegraenglish

http://www.vivino.com/wineries/tarapaca-ex-zavala/wines/gran-reserva-etiqueta-negra-cabernet-sauvignon-2011

Casas Del Bosque Gran Reserva Privada Cabernet Sauvignon 2011

Casas Del Bosque Gran Reserva Privada Cabernet Sauvignon 2011

91. Vinho ainda novo para ser apreciado. Os taninos ainda estão pulsante… Pode ser que se torne bem potente em alguns anos. Aromas de carvalho, ameixa e notas de chocolate. Na boca é pesado e robusto, como um lutador de sumô. Depois de alguns minutos no copo apresenta maior elegância, mas ainda marca.

Almaviva 2010

Baron Philippe De Rothschild Almaviva 2010

Almaviva 2010 Chile Concha y Toro Baron Philippe de Rothschild Vinho Tinto

97. Melhor vinho da minha existência nesse mundo. Os aromas não são diferenciados: frutas do bosque e café. É na boca que esta lágrima dos anjos mostra seus encantos. A sensação mais similar que consigo descrever é de fogos de artifício, explosões de prazer na boca. As ondas de sabor vão se sobrepondo umas àas outras, inundando a boca de inúmeras sensações marcantes. É como se os sabores fossem se intensificando ao se combinarem, algo como uma fusão nuclear de sabores. Nunca havia sentido sensação semelhante em um vinho.

Concha y Toro Don Melchor 1988

Concha y Toro Don Melchor 1988

92. Vinho mais antigo que já degustei. Quarto da degustação vertical e 13o da degustação do dia. Os aromas de couro e acetona são super diferentes. A cor também é algo ímpar. Foi de fato uma experiência bem singular, degustar 4 safras de um mesmo vinho. As outras características são próximas ao vintage 1999 já descrito aqui.

Concha y Toro Don Melchor 1999

Concha y Toro Don Melchor 1999

92. Segundo vinho da degustação vertical. Os reflexos alaranjados são como cabelos grisalhos que mostram a maturidade. O aroma de couro é facilmente identificável. Para mim, apareceu algo como acetona também, além dos comuns aromas de pimenta e passas. Na boca é um pouco ácido e possui um amargor ligeiramente desagradável para o preço.

Concha y Toro Don Melchor 2009

Concha y Toro Don Melchor 2009

91. Topo de linha da Concha Y Toro. Foi o primeiro de uma degustação vertical com duas safras jovens e duas antigas. Um excelente vinho, mas não faz jus ao preço. O aroma de eucalipto é marcante, refrescando todo o nariz e subindo pelas vias olfativas. A acidez desponta um pouco e um ligeiro amargor torna o vinho mais marqueteiro do que de fato único.

Almaviva Epu Dos Mil Diez 2010

Almaviva Epu Dos Mil Diez 2010

Depois de uma degustação padrão da vinícola, eu e dona patrôa decidimos fazer uma segunda degustação, só nossa, alcançando a marca de 14 vinhos degustados. Nota 94 pra esse Epu, segundo rótulo com cara de primeiro da vinícola Almaviva. Aromas de pimenta, framboesa, morango e eucalipto, que refresca todas as vias nasais. Na boca é bem aveludado, com uma estrutura muito macia. Me lembrou os Brunellos da Toscana. Na faixa dos R$150, é um excelente vinho.

Antiyal Maipo Valley 2011

Antiyal Maipo Valley 2011

89. O aroma frutado, que já dá dicas de sua estrutura, é facilmente percebido já na primeira prova olfativa. Frutas do bosque são as percepções mais marcantes. Na boca mostra uma acidez que torna o vinho alegre. Como indicado pelo aroma, a estrutura é diferenciada, fruto de um corte cuidadoso.

Santa Ines Estate Reserve Carmenérè 2010

Santa Ines Estate Reserve Carmenérè 2010

Vermelho rubi escuro com reflexos violáceos, tonalidade intensa para um vinho de média idade. Aromas de frutos do bosque, ameixa, eucalipto e leve toque de madeira. Na boca é apenas razoavelmente equilibrado devido à pouca acidez e taninos marcantes. Álcool, maciez e corpo medianos.