Casa Ferreirinha Esteva Douro 2011

Casa Ferreirinha Esteva Douro 2011

92 pontos. Um dos rótulos de entrada da vinícola Casa Ferreirinha, que não economiza qualidade até mesmo em seu portfólio mais simples. No nariz mostrou um delicioso, jovial e frutado aroma, onde se ressaltaram a cereja e framboesa. Na boca tem equilíbrio e final aveludado, encontrado usualmente apenas em rótulos mais caros. O interessante é que dá para perceber, de forma tímida, porém nitidamente, o que os irmãos mais velhos devem possuir em níveis elevados: potência, robustez e persistência.

País / Região: Portugal / Douro

Castas: Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Tourgia Nacional, em proporções diferentes dependendo da safra.

Graduação Alcoólica: 13°

Elaboração: vinificado essencialmente na Adega da Quinta do Seixo, a partir de uvas provenientes das Quintas do Caêdo, Seixo e Porto, situadas na zona do Pinhão, e ainda de uvas de zonas de maior altitude. Assim se obtém naturalmente o equilíbrio na maturação, desejado para este estilo de vinho com a necessária acidez natural. Os cachos foram vindimados à mão. Após suave desengace e esmagamento, as uvas fermentaram em cubas de aço inox, com suave maceração apoiada por remontagem, sob temperatura controlada a 25° C por forma a preservar os aromas da uva. Depois da maceração, seguiu-se a fermentação maloláctica em condições rigorosamente controladas.

Harmonização: ideal para acompanhar todo tipo de aves, carnes variadas, queijos e alguns peixes.

Temperatura de serviço: 15 a 17°C.

Preço: R$69,99 em Mega Adega (pesquisa realizada em 04/08/16).

Casa Ferreirinha Esteva Douro 2011

Mais detalhes

  • http://www.sograpevinhos.com/marcas/Casa%20Ferreirinha/Casa%20Ferreirinha%20Esteva%20Tinto%202015

 

Warre’s Porto Otima 10 Tawny NV

Warre's Porto Otima 10 NV

88. O que se destaca nesse porto é a cor: um rosado com reflexos alaranjados. Cor super diferente. No nariz apresenta frutas secas, passas e nozes tostadas. Mantendo a tradição, o álcool é marcante, mas de uma forma mais elegante que os portos mais simples.

Região/Denominação: Douro / Porto

Uvas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz e Tinto Cão.

Graduação Alcoólica: 20%

Elaboração: fermentação com leveduras selvagens entre 24-28°C. Atingindo o nível de açúcar desejado (normalmente em 48h), procede-se a fortificação do mosto com aguardente vínica a 77° v/v (geralmente 80% mosto / 20% brandy). Envelhecido durante uma média de 10 anos em cascos de carvalho nas adegas em Vila Nova de Gaia.

Serviço: 10° a 18°C

Harmonização: queijos curados, nozes e outras frutas secas. Sobremesas à base de frutas secas (pastel de Santa Clara, baklavá, macarrons de amêndoas, marzipã). Excelente com charutos.

 

Mais detalhes em:

  • http://www.vivino.com/wineries/warres/wines/porto-otima-10-8888
  • http://www.warre.com/section.php?id=1062

 

Altano Douro Tinto 2010

Altano Douro Tinto 2010 Portugal

88. Notas de frutas vermelhas e chocolate. Bem equilibrado, mas pouco aveludado. Lembra mais os vinhos do novo mundo, ou seja, não possui tanto da tipicalidade portuguesa.

Região/Denominação: Douro

Uvas: Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca

Vinificação: em cubas de remontagem, onde se procura uma maceração suave a baixa temperatura (23 – 24°C) para extrair cor e aroma e para limitar a extracção de taninos, produzindo um vinho muito aromático e macio.

Envelhecimento: em média, 4 meses em barricas usadas de carvalho francês e americano, seguindo-se um período em garrafa de mais 4 meses, antes da colocação no mercado.

Harmonização: vinho gastronômico, acompanha massas, como pizza ou lasagna, e pratos da cozinha tradicional portuguesa, como Bacalhau à Brás, carne de porco à alentejana, rojões à moda do Minho, entre outros.

 

Mais detalhes em:

  • http://www.vivino.com/wineries/altano/wines/tinto-2010
  • http://www.altano.pt/section.php?id=1268
  • http://www.altano.pt/static/5821_ALTANO_TINTO_2009.pdf

 

Crasto Douro Tinto 2011

Crasto Douro Tinto 2011

89. Frutas do bosque, ameixa e um toque de eucalipto. Bem equilibrado, desce redondo. Sabor tradicional das terras lusitanas, com o costumeiro aroma intenso.